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SUMMARY:Oficina de Dança • Compartilhando práticas abertas: 3 ou 4 exercícios para estremecer junto
DESCRIPTION:Volmir Cordeiro propõe uma oficina dedicada a seus princípios de criação: a expressividade do rosto e do olhar\, a urgência de existir para o outro\, a potência que nasce dessa relação e a profusão de palavras e imaginários. \nA proposta é praticar danças-metamorfoses\, mudar de direção sem aviso e cultivar um movimento coletivo em fluxo contínuo\, onde criação e conversa se misturam como modos de escuta\, presença e invenção. \nDançarino\, coreógrafo e doutor em dança pela Universidade Paris VIII (França)\, Volmir Cordeiro desenvolve seu trabalho entre criação\, pesquisa e prática pedagógica em diferentes países. Céu\, Rua\, Calçada\, Abrigo estão entre suas obras\, que abrangem solos\, criações in situ e peças para grupos. É autor de Ex-Corpo (Ed.CND\, 2019)\, livro dedicado às figuras da marginalidade na dança contemporânea e à relação entre arte e pesquisa. Sua companhia\, Donna Volcan\, segue acompanhando sua investigação sobre modos de presença\, movimento e convivência na cena contemporânea. \ninstagram.com/volmircordeiro \n  \n*Inscrições gratuitas até o dia 16 de janeiro \n**No dia 28 de janeiro (quarta)\, às 17h\, o público é convidado a acompanhar uma aula aberta\, com duração de 1h e entrada franca.
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SUMMARY:Mostra de filmes da coleção Portrait CN D
DESCRIPTION:Portrait CN D – Filmes com extratos das obras das coreógrafas: \n\nMaguy Marin ou comment dire  • Maguy Marin — ou como dizer • 2016 • 32 min\n\nMaguy Marin não dança apenas com os corpos. Ela dança com os sons\, as onomatopeias\, as palavras\, as frases\, as línguas estrangeiras\, a língua de maneira geral. Desde seus primeiros espetáculos\, a palavra tem sido não apenas uma matéria\, mas também um dos motores fundamentais do movimento\, uma espécie de regra rítmica mais ou menos oculta\, como evidenciado pelo famoso trecho de Beckett “Acabou\, está acabado\, vai acabar\, talvez acabe”\, que oferece uma célula rítmica às composições de May B. Entre os simples “ah” assustados e os “oh” surpresos (Ramdam)\, que impulsionam os dançarinos\, e as frases em latim de Lucrécio que os imobilizam (Turba)\, há\, de fato – e Maguy Marin o comprova de maneira exultante –\, cem maneiras de utilizar a linguagem. \nRamdam (1995)\, direção: Luc Riolon\, 1997\nMay B\, direção: Luc Riolon et Charles Picq\, 1981\nBabel Babel\, direção: Olivier Morel\, Ariane Le Couteur\, Hugues de Rosière\, 1982\nAujourd’hui peut-être (Hoje Talvez)\, direção: Luc Riolon\, 1996\nHa ! Ha !\, direção: Charles Picq\, 2006\nPour ainsi dire (Por assim dizer)\, direção: Luc Riolon\, 1999\nWaterzooï (1993)\, direção: Luc Riolon\, 1994\nQuoi qu’il en soit (Seja como for)\, direção: Luc Riolon\, 1999\nNocturnes (Noturnos)\, concepção: Maguy Marin et Denis Mariotte\, direção: David Mambouch\, 2012\nDescription d’un combat (Descrição de um combate)\, direção: Charles Picq\, 2009\nTurba\, concepção: Maguy Marin e Denis Mariotte\, direção: Charles Picq\, 2007\nCom a autorização de Maguy Marin\, Cie Maguy Marin\, Luc Riolon\, 24 Images\,\nMaison de la Danse\, L’envol Productions. \n\nSolitude(s) de Mathilde Monnier • 2017 • 34 min \n\nA dança de Mathilde Monnier é marcada pelo tema da solidão. Ainda que em seus espetáculos muitos dançarinos ocupem a cena\, cada um deles se destaca por sua singularidade e pela maneira que encontram seu espaço dentro do coletivo e individualmente. Em Tempo 76\, um uníssono dá ritmo ao espetáculo\, regulado pelo metrônomo da música de Ligeti. Cada dançarino encarna simultaneamente um corpo comum e um corpo singular. Em Déroutes (Desvios)\, os intérpretes traçam percursos individuais em um mesmo espaço cênico\, encontrando-se ou cruzando-se ao acaso de seus passos. Les Lieux de là (Os Lugares de lá)\, também conta\, à sua maneira\, a história da dispersão de uma comunidade em permanente reconfiguração. Duos e trios – figuras do vínculo – são frequentes na gramática de Mathilde Monnier\, mas as danças solitárias predominam: solos propriamente ditos ou “solos em grupo” (como as errâncias rock de Publique)\, nos quais cada artista se deixa conduzir por seu próprio movimento e por sua própria deriva. \nSoapéra\, direção: Karim Zeriahen\, 2010\nLes Lieux de là (Os lugares de lá)\, direção: Valérie Urréa\, 1998\nPour Antigone (Para Antígona)\, direção: Valérie Urréa\, 1993\nTempo 76\, direção: Valérie Urréa\, 2007\nPublique (Público)\, direção: Valérie Urréa\, 2004\nPavlova 3’23’’\, direção: Karim Zeriahen\, 2009\nChinoiseries\, direção: Valérie Urréa\, 1991\nMM in Motion (MM em movimento)\, direção: Vivian Ostrovsky\, 1992\n2008 vallée\, direção: Valérie Urréa\, 2006\nDéroutes (Desvios)\, direção: Valérie Urréa\, 2002\nCom a autorização de Mathilde Monnier\, Association MM\, Dominique Figarella\,\nPhilippe Katerine\, Wisdom Films\, Artline Films\, On The Fly Productions. \n\nAsha Thomas\, de l’énergie • Asha Thomas\, Pura energia • 2020 • 15 min \n\nNatural de Atlanta\, Asha Thomas dançou (como dançarina principal) na companhia Alvin Ailey antes de se mudar para a França\, em 2007. Desde então\, colaborou com diversos coreógrafos\, entre eles Salia Sanou\, Boris Charmatz\, Alban Richard\, Olivia Grandville\, Raphaëlle Delaunay\, Tatiana Julien e Philippe Ménard. Desde 2010\, desenvolve suas próprias coreografias. Mas ela não precisava ter se tornado coreógrafa para que sua marca autoral fosse perceptível. Atuando nos espetáculos de outros artistas\, ela carrega consigo menos uma gestualidade – que viria a aprofundar em suas próprias obras –\, mas um tipo de energia explosiva-fixa\, certamente alimentada por meio da sua proximidade com formas de dança mais populares\, menos normatizadas pela ideia de espetáculo do que pela noção de performance e de que\, ao fim da dança\, talvez exista uma possibilidade de contato mágico\, ou místico\, com outras forças. \nDu désir d’horizons (Do desejo de horizontes)\, 2018\nEikon\, 2011\nFIX ME\, 2018\nHéroïne (Heroina)\, 2015\nGhazals\, 2012\nCLAY\, 2014 \n*Em colaboração com o CN D – Centro National de la Danse (França)  \n*Todos os filmes são legendados em português brasileiro\n \n  \nENTRADA FRANCA — 50% dos ingressos online pelo site do Sympla (a partir de 07 dias antes da sessão) e 50% na bilheteria\, 30 min antes. \nLimite de 2 ingressos por pessoa.
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LOCATION:Cine Santa Tereza\, R. Estrela do Sul\, 89 - Santa Teresa\, Belo Horizonte\, Minas Gerais\, Brasil
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