SINOPSE:
É o primeiro evento da programação que se iniciou em dezembro de 2025 com mostra coletiva no iPMB, reunindo 7 artistas visuais mineiros de diferentes gerações e linguagens, que abordam a questão da devastação ambiental. Louise Ganz, Celso Renato, Roberto Vieira, Pedro Motta, Leandro Gabriel, Daniel Moreira e Davi de Jesus do Nascimento são reunidos a partir do conceito de Antropoceno. Segue exposição, em 2026, no Viaduto das Artes e encontro na Academia Mineira de Letras, reunindo um artista, um filósofo e representante de movimentos sociais.
FICHA TÉCNICA:
Promoção: Instituto Pedro Moraleida Bernardes, Academia Mineira de Letras e Viaduto das Artes
Curador da mostra: Augusto Nunes Filho
Montagem: Daniel Moreira
Produção: Luiz Bernardes e Nilcéa Moraleida. Inês Rabelo, pela Academia Mineira de Letras
Artistas: Louise Ganz, Celso Renato, Roberto Vieira, Pedro Motta, Leandro Gabriel, Daniel Moreira e Davi de Jesus do Nascimento
Instagram: @institutopedromoraleida
SINOPSE:
A exposição (Re) conheça promove um encontro potente entre a produção do diretor de arte, pesquisador de arte urbana e fotógrafo Alonso Pafyeze e a arte visceral de Goma, um dos principais nomes do pixo e do graffiti no Brasil. A partir de imagens que registram o cotidiano urbano — com destaque para a série do surf de ônibus — e de intervenções que revelam uma trajetória marcada por risco, enfrentamento e resistência, a mostra constrói um diálogo direto com a cidade como território de disputa e criação. Goma ocupa o espaço expositivo com pixos em múltiplas caligrafias, suportes e materiais, além de uma instalação impactante que remete aos períodos de encarceramento do artista, evidenciando a criminalização histórica do pixo. Entre corpo, altura, movimento e confronto, fotografia e pichação se cruzam como práticas de ocupação e sobrevivência, revelando a cidade como suporte, obstáculo e memória viva das ruas e das periferias.
FICHA TÉCNICA:
Curadoria: Alonso Pafyeze e Goma
Produção: Tefa, Goma e Alonso Pafyeze
*Abertura da exposição no dia 31 de janeiro (sábado) às 16h.
Portrait CN D – Filmes com extratos das obras das coreógrafas:
Maguy Marin não dança apenas com os corpos. Ela dança com os sons, as onomatopeias, as palavras, as frases, as línguas estrangeiras, a língua de maneira geral. Desde seus primeiros espetáculos, a palavra tem sido não apenas uma matéria, mas também um dos motores fundamentais do movimento, uma espécie de regra rítmica mais ou menos oculta, como evidenciado pelo famoso trecho de Beckett “Acabou, está acabado, vai acabar, talvez acabe”, que oferece uma célula rítmica às composições de May B. Entre os simples “ah” assustados e os “oh” surpresos (Ramdam), que impulsionam os dançarinos, e as frases em latim de Lucrécio que os imobilizam (Turba), há, de fato – e Maguy Marin o comprova de maneira exultante –, cem maneiras de utilizar a linguagem.
Ramdam (1995), direção: Luc Riolon, 1997
May B, direção: Luc Riolon et Charles Picq, 1981
Babel Babel, direção: Olivier Morel, Ariane Le Couteur, Hugues de Rosière, 1982
Aujourd’hui peut-être (Hoje Talvez), direção: Luc Riolon, 1996
Ha ! Ha !, direção: Charles Picq, 2006
Pour ainsi dire (Por assim dizer), direção: Luc Riolon, 1999
Waterzooï (1993), direção: Luc Riolon, 1994
Quoi qu’il en soit (Seja como for), direção: Luc Riolon, 1999
Nocturnes (Noturnos), concepção: Maguy Marin et Denis Mariotte, direção: David Mambouch, 2012
Description d’un combat (Descrição de um combate), direção: Charles Picq, 2009
Turba, concepção: Maguy Marin e Denis Mariotte, direção: Charles Picq, 2007
Com a autorização de Maguy Marin, Cie Maguy Marin, Luc Riolon, 24 Images,
Maison de la Danse, L’envol Productions.
A dança de Mathilde Monnier é marcada pelo tema da solidão. Ainda que em seus espetáculos muitos dançarinos ocupem a cena, cada um deles se destaca por sua singularidade e pela maneira que encontram seu espaço dentro do coletivo e individualmente. Em Tempo 76, um uníssono dá ritmo ao espetáculo, regulado pelo metrônomo da música de Ligeti. Cada dançarino encarna simultaneamente um corpo comum e um corpo singular. Em Déroutes (Desvios), os intérpretes traçam percursos individuais em um mesmo espaço cênico, encontrando-se ou cruzando-se ao acaso de seus passos. Les Lieux de là (Os Lugares de lá), também conta, à sua maneira, a história da dispersão de uma comunidade em permanente reconfiguração. Duos e trios – figuras do vínculo – são frequentes na gramática de Mathilde Monnier, mas as danças solitárias predominam: solos propriamente ditos ou “solos em grupo” (como as errâncias rock de Publique), nos quais cada artista se deixa conduzir por seu próprio movimento e por sua própria deriva.
Soapéra, direção: Karim Zeriahen, 2010
Les Lieux de là (Os lugares de lá), direção: Valérie Urréa, 1998
Pour Antigone (Para Antígona), direção: Valérie Urréa, 1993
Tempo 76, direção: Valérie Urréa, 2007
Publique (Público), direção: Valérie Urréa, 2004
Pavlova 3’23’’, direção: Karim Zeriahen, 2009
Chinoiseries, direção: Valérie Urréa, 1991
MM in Motion (MM em movimento), direção: Vivian Ostrovsky, 1992
2008 vallée, direção: Valérie Urréa, 2006
Déroutes (Desvios), direção: Valérie Urréa, 2002
Com a autorização de Mathilde Monnier, Association MM, Dominique Figarella,
Philippe Katerine, Wisdom Films, Artline Films, On The Fly Productions.
Natural de Atlanta, Asha Thomas dançou (como dançarina principal) na companhia Alvin Ailey antes de se mudar para a França, em 2007. Desde então, colaborou com diversos coreógrafos, entre eles Salia Sanou, Boris Charmatz, Alban Richard, Olivia Grandville, Raphaëlle Delaunay, Tatiana Julien e Philippe Ménard. Desde 2010, desenvolve suas próprias coreografias. Mas ela não precisava ter se tornado coreógrafa para que sua marca autoral fosse perceptível. Atuando nos espetáculos de outros artistas, ela carrega consigo menos uma gestualidade – que viria a aprofundar em suas próprias obras –, mas um tipo de energia explosiva-fixa, certamente alimentada por meio da sua proximidade com formas de dança mais populares, menos normatizadas pela ideia de espetáculo do que pela noção de performance e de que, ao fim da dança, talvez exista uma possibilidade de contato mágico, ou místico, com outras forças.
Du désir d’horizons (Do desejo de horizontes), 2018
Eikon, 2011
FIX ME, 2018
Héroïne (Heroina), 2015
Ghazals, 2012
CLAY, 2014
*Em colaboração com o CN D – Centro National de la Danse (França)
*Todos os filmes são legendados em português brasileiro
ENTRADA FRANCA — 50% dos ingressos online pelo site do Sympla (a partir de 07 dias antes da sessão) e 50% na bilheteria, 30 min antes.
Limite de 2 ingressos por pessoa.
SINOPSE:
Em parceria com o VAC – Verão Arte Contemporânea, o Terça da Dança recebe o artista e pesquisador Volmir Cordeiro para uma programação especial com oficina, bate-papo e aula aberta. A ação promove troca de experiências, reflexão e diálogo entre criação artística, formação e dança contemporânea.
FICHA TÉCNICA:
O Terça da Dança apresenta artistas independentes e grupos profissionais em uma programação contínua de apresentações e ações formativas. Desenvolvido pelo CRDançaBH, espaço de apoio à comunidade da dança em BH, o projeto acontece às terças, às 19h, promovendo diálogo com a cidade e fortalecendo a dança.
Instagram:
@teatromarilia @circuitomunicipaldecultura
Volmir Cordeiro propõe uma oficina dedicada a seus princípios de criação: a expressividade do rosto e do olhar, a urgência de existir para o outro, a potência que nasce dessa relação e a profusão de palavras e imaginários.
A proposta é praticar danças-metamorfoses, mudar de direção sem aviso e cultivar um movimento coletivo em fluxo contínuo, onde criação e conversa se misturam como modos de escuta, presença e invenção.
Dançarino, coreógrafo e doutor em dança pela Universidade Paris VIII (França), Volmir Cordeiro desenvolve seu trabalho entre criação, pesquisa e prática pedagógica em diferentes países. Céu, Rua, Calçada, Abrigo estão entre suas obras, que abrangem solos, criações in situ e peças para grupos. É autor de Ex-Corpo (Ed.CND, 2019), livro dedicado às figuras da marginalidade na dança contemporânea e à relação entre arte e pesquisa. Sua companhia, Donna Volcan, segue acompanhando sua investigação sobre modos de presença, movimento e convivência na cena contemporânea.
*Inscrições gratuitas até o dia 16 de janeiro
**No dia 28 de janeiro (quarta), às 17h, o público é convidado a acompanhar uma aula aberta, com duração de 1h e entrada franca.
A ideia é experimentar exercícios variados de escrita, explorando as possibilidades de cada integrante, suas chances de se atrever e jogar com as letras, pensando também o diálogo da palavra com outras artes – sem medo de arriscar nem de errar.
Marta Neves é escritora, tendo publicado recentemente o livro de contos “Filha, sobrinha, mulher, cadela mesmo”, além de ser artista plástica, trabalhando com mídias diversas na confluência entre imagem e texto.
*Inscrições gratuitas até o dia 16 de janeiro
**No dia 28 de janeiro (quarta), às 20h30, o público é convidado a acompanhar uma aula aberta, com duração de 1h e entrada franca.
“Sistema K” como Kinshasa. No meio do indescritível caos social e político, uma cena contemporânea efervescente criada a partir do nada, grita sua ira e sonha com o reconhecimento. Apesar da ameaça das autoridades e das dificuldades pessoais dos artistas, o movimento invade a rua e nada mais vai interrompê-lo!
Ingressos
ENTRADA FRANCA — 50% dos ingressos online pelo site do Sympla (a partir de 07 dias antes da sessão) e 50% na bilheteria, 30 min antes.
Limite de 2 ingressos por pessoa.
“Sistema K” como Kinshasa. No meio do indescritível caos social e político, uma cena contemporânea efervescente criada a partir do nada, grita sua ira e sonha com o reconhecimento. Apesar da ameaça das autoridades e das dificuldades pessoais dos artistas, o movimento invade a rua e nada mais vai interrompê-lo!
ENTRADA FRANCA — 50% dos ingressos online pelo site da Eventim (a partir de 12h no dia da sessão) e 50% na bilheteria, 30 min antes.
Limite de 1 ingresso por pessoa.
A mostra “Perspectiva Marcos Pimentel” reúne curtas e longas do cineasta mineiro, em atividade desde o ano 2000. Presença constante na Mostra de Cinema do VAC, ele agora ganha uma perspectiva dedicada, que apresenta diferentes momentos de sua produção, passando pelo documentário, pela ficção e pela experimentação. O público também poderá conferir seu mais recente lançamento, o longa “O Silêncio das Ostras”. Além disso, o diretor estará presente para um bate-papo mediado pelo também cineasta Sávio Leite.
22/01 • quinta • 18h: Século | Sopro
23/01 • sexta • 18h: Cemitério da memória | Nada com ninguém | Pólis | Taba | A arquitetura do corpo | O chão e o céu
23/01 • sexta • 20h: Os ossos da saudade
24/01 • sábado • 18h: A parte do mundo que me pertence
24/01 • sábado • 20h: O maior espetáculo da terra | Sanã *
* No dia 24 de janeiro, após a sessão das 20h, no Cine Humberto Mauro, haverá um bate-papo com o diretor Marcos Pimentel, mediado pelo cineasta Sávio Leite.
ENTRADA FRANCA — 50% dos ingressos online pelo site da Eventim (a partir de 12h no dia da sessão) e 50% na bilheteria, 30 min antes.
Limite de 1 ingresso por pessoa.
29/01 • quinta • 19h: Fé e Fúria
30/01 • sexta • 17h: Amanhã
30/01 • sexta • 19h: Biografia do Tempo | Ilha | Pele
31/01 • sábado • 17h: A poeira e o vento | Ruminantes | Família Muniz | Dia de Reis
31/01 • sábado • 19h: O silêncio das ostras
ENTRADA FRANCA — 50% dos ingressos online pelo site do Sympla (a partir de 07 dias antes da sessão) e 50% na bilheteria, 30 min antes.
Limite de 2 ingressos por pessoa.
A arquitetura do corpo • 2008 • 21 min
Os bailarinos e suas formas. Suas dores. Seus sonhos…
Um filme sobre os encontros e desencontros da sociedade brasileira contemporânea.
A parte do mundo que me pertence • 2017 • 84 min
Documentário sobre sonhos e desejos de pessoas comuns. Um olhar íntimo e comprometido com o que somos, de sol a sol, por trás das paredes e telhados de uma cidade.
A poeira e o vento • 2011 • 18 min
Interior do estado de Minas Gerais. Uma pequena vila no meio do nada. Isolamento. Montanhas. Silêncio. O homem. A paisagem. O tempo.
Biografia do tempo • 2004 • 8 min
Reflexão sobre a memória, construída pelo encontro das obras do escritor brasileiro Pedro Nava e do cineasta cubano Santiago Álvarez.
Cemitério da memória • 2023 • 10 min
Documentário construído com imagens caseiras sobre a vida cotidiana no século XX.
Adaptação da peça NOITE DE REIS, de Shakespeare, para o sertão mineiro, na beira do Rio São Francisco. Uma obra que celebra a fé dos grupos de Folia de Reis, de forte tradição em Minas, ao mesmo tempo em que relembra Shakespeare e Guimarães Rosa – mestres no contar a busca e os desencontros do amor.
Família Muniz • 2017 • 17 min
O cotidiano, as crenças e celebrações de uma família que, há mais de 60 anos, comanda a Guarda OS CIRIACOS, uma irmandade de Nossa Senhora do Rosário. No quintal de casa, eles preservam a religiosidade e tradições da cultura negra. Uma história de fé, amor e Congado.
Documentário que aborda os conflitos religiosos existentes em favelas e subúrbios do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte, revelando como religião e poder caminham juntos nas periferias das grandes cidades brasileiras e alimentam a crescente onda conservadora que paira sobre o país.
Documentário sobre as possíveis relações entre a memória e o fato de se viver rodeado de água por todas as partes.
Nada com ninguém • 2003 • 14 min
Documentário sobre um velho que vive em uma montanha isolado de qualquer contato com o mundo exterior. Uma reflexão sobre o tempo e o silêncio.
O chão e o céu • 2004 • 26 min
Documentário sobre um garoto que quer se tornar um boxeador famoso. Aos 10 anos de idade, Roylan está diante da competição que pode concretizar seus sonhos de um dia se tornar um grande campeão.
O maior espetáculo da terra • 2005 • 15 min
Um documentário sobre um circo na corda bamba.
O silêncio das ostras • 2024 • 129 min
A vida de uma menina que nasceu em uma vila de operários de uma mina e tem que aprender a lidar com as sucessivas perdas que a vida lhe reservou. Depois de perder todos os seus mundos, Kaylane insiste em sobreviver e resistir. Um filme sobre crescer e sonhar em meio à poeira, à lama e ao silêncio.
Os ossos da saudade • 2021 • 107 min
Um filme sobre a ausência, narrado a partir das vivências de pessoas que experimentam sentimentos de falta e distância, espalhados por Brasil, Portugal, Angola, Moçambique e Cabo Verde. Uma viagem pelos territórios da memória, da representação e do pertencimento.
As narrativas urgentes das ruas que expressam as subjetividades dos mais variados discursos visuais que “vestem” as cidades brasileiras.
Um dia qualquer, uma cidade comum. O horror e o sublime do urbano em constante
transformação, numa era onde não há nada acabado, definitivo. Construção e destruição, sístole e diástole expressas na poética da pólis contemporânea.
As vacas, o homem e o tempo.
No interior do estado do Maranhão, um menino e suas buscas pela imensidão da paisagem.
Conosco, o amor. Entre nós, o tempo.
Documentário sobre a existência humana e os mistérios da vida e da morte, mostrados no cotidiano de uma pequena vila rural no meio do nada, no interior de Minas Gerais, onde algumas famílias vivem, há anos, isoladas de maiores contatos com o mundo exterior.
Sobre os escombros e destroços das cidades contemporâneas, os novos guerreiros
urbanos improvisam diariamente por ruas e ruínas.Um documentário que desnuda os contrastes e contradições que a vida na cidade nos reserva.
CLASSIFICAÇÃO • 16 anos
O M.C. (Mestre de Cerimônias) é um dos quatro elementos da Cultura Hip Hop, é o elemento que se utiliza da palavra, da voz, seja comandando os eventos de Hip Hop, seja compondo e cantando letras de RAP (Rithm And Poetry), fazendo Freestyle (improviso) ou participando de Batalhas de Rima.
Na oficina Rap e Improvisação vamos explorar todos esses aspectos na prática mas tendo a história e os conceitos do Hip Hop como base.
Monge é Mc, Pesquisador da Cultura Hip Hop, Produtor de Conteúdo e Produtor Cultural. Participou dos grupos Saga Contínua e A Corte, integrou a Conspiração Subterrânea Crew e a JotaEfe Crew. Lançou dois EPs, CaminhoDeZion Vol.I e 2Pra1. Fundador da Família de Rua e do Duelo de Mcs. Desde 2011 é MC, Produtor e Curador do Festival Palco Hip Hop. Criou em 2019 a Batalha Griot, batalha de mcs temática com foco no conhecimento.
*Inscrições gratuitas até o dia 09 de janeiro
*No dia 21 de janeiro (quarta), às 20h30, o público é convidado a acompanhar uma aula aberta, com duração de 1h e entrada franca.
A proposta desta oficina é o compartilhamento de práticas de composição e articulação criativa na cena, direcionada a artistas de teatro, dança e performance, que atuam com seus corpos na busca de gerar acontecimentos no campo das artes vivas e presenciais. A partir de noções de presença, movimento, enunciação, endereçamento, permanência, campos relacionais e materialidades das linguagens presentes no repertório do dramaturgo e diretor Marcio Abreu, serão ativados dispositivos coletivos e individuais de criação ao vivo.
Marcio Abreu é artista, pesquisa e cria obras em campos plurais e expandidos das dramaturgias, envolvendo as linguagens do teatro, da performance, do audiovisual, da dança e da literatura, entre outros. É criador da companhia brasileira de teatro, que realiza atividades contínuas desde o ano de 2000. Recebeu inúmeros prêmios e indicações. Trabalha com artistas, coletivos e pensadores de linguagens múltiplas e de diversas cidades do país e do exterior.
*Inscrições gratuitas até o dia 09 de janeiro
**No dia 19 de janeiro (segunda), às 17h, o público é convidado a acompanhar uma aula aberta, com duração de 1h e entrada franca.
SINOPSE: Pequena feira de literatura, edição independentes e artistas que trabalham em torno de textos escritos.
FICHA TÉCNICA: Literatura, textura, textos, edição independente, autor independente, ilustradores e artistas que trabalham com literatura.
Instagram: @feiratextura